navegando na morada do povo das águas
Belém sediou a COP30 em 2025. Foz do Amazonas em disputa entre exploração de petróleo e descoberta de corais inéditos. A Amazônia nunca esteve tão no centro do debate global.
Mineração, extermínio de fauna, pressão sobre ribeirinhos. A tecnologia precisa andar com a natureza, não contra. Se não for agora, as histórias que estão lá vão embora.
A circum-navegação documentada do Marajó nunca aconteceu. O delta amazônico nunca foi filmado em formato de minissérie. E o interesse editorial nunca esteve tão alto.
Os povos antigos do Marajó sumiram. Sem registro. Estavam ali antes da rota pelo Estreito de Bering. Indícios de espanhóis no Marajó antes de Pedro Cabral. Os artefatos foram parar em museus na Europa e nos Estados Unidos.
A arte marajoara que existe hoje vem desses povos. Vamos atrás com arqueólogos, antropólogos e o Museu Emílio Goeldi. Animação gráfica conta o que sumiu.
Doc observacional + animação gráfica para a rota e para as histórias antigas. Câmera que convive, não invade. Diálogo com a escuta longa de O Mercador, com a aventura como fio condutor de 180° South, e com os inserts animados do mini-doc de Denilson Baniwa.
Cidade, preparo, travessia para a ilha. O ritual de partida.
Caps 1 · 2Fazendas, reserva extrativista, travessia difícil, pororoca surfável.
Caps 3 · 4 · 5 · 6Afuá em palafitas, vida remota, ribeirinhos, santuário em colapso.
Caps 7 · 8 · 9 · 10Comunidades extrativistas, mineração, retorno, reflexão final.
Caps 11 · 12 · 13Cada capítulo carrega um ou mais desses eixos. Eles são o sistema nervoso narrativo, o que faz a circum-navegação ser muito mais do que uma travessia.
Reserva extrativista, mineração e seu escoamento, comunidades de açaí e camarão. A tensão entre preservação e subsistência.
Capítulos 4 · 10 · 12Preparo, técnica, travessia. A jornada do herói feita em quatro corpos diferentes: Murilo, Karin, Vizeu e Anthony.
Capítulos 1 · 5Joanes, Afuá, ribeirinhos, palafitas. Modos de vida que se desenham na água e fazem do delta uma cidade horizontal.
Capítulos 3 · 7 · 9 · 11Pororoca, vida selvagem na área mais remota, fenômenos do delta. A força das águas como personagem mudo do filme.
Capítulos 6 · 8 · 10O caminho que o projeto faz até o filme estar nos olhos do público. Cada parada é um afluente. Quem entrar agora ajuda a conduzir o curso. O oceano, no fim, é o lançamento.
Pitch deck VF concluído. Kaluanã + Mizē assinados. Bravos em Sentinela na distribuição. Caminho jurídico em análise.
Lei Paulo Gustavo (SECULT-PA), Rouanet/PRONAC, IDFA Bertha Fund, Doc Society. Submissões com apoio de produção executiva sênior.
Patrocínios fechados. Time técnico formado: DP, montador, sonorista, animador. Logística e seguros amarrados.
Pesquisa de campo, scouting, treinamento físico, calibração de equipamentos pra água, drone, áudio remoto.
A circum-navegação acontece. Belém → Maguari → Afuá → Tauajari → Breves → Belém. Câmera dentro do caiaque, drone preciso, escuta longa.
Edição, animação gráfica das histórias antigas e da rota, sound design, trilha original, finalização cinematográfica e legendas.
IDFA Amsterdã, Hot Docs, Sundance, É Tudo Verdade, Doc Lisboa, Sheffield. Pitchs em mercados internacionais.
Estreia em festival, broadcast Brasil e janela internacional, streaming. O filme nas mãos do público, e nos olhos de quem mora nas águas.
Belém → Cabo do Maguari → Afuá → furo do Tauajari → Breves → Belém. Circum-navegação completa, mapeada em KML no Google Earth.
Acervo pessoal Kaluanã e Murilo Bellese, em 25 anos de expedições no Pará. O filme parte daqui, não do zero.
Fundador da Kaluanã (2001). Instrutor sênior NOLS. Une expedição a uma visão de educação outdoor e ecopsicologia.
Na Kaluanã desde 2005. WEMT, LNT Master, NOLS Senior Field & Wilderness Medicine Instructor.
PhD em Geologia Estrutural pela Durham (UK). Pesquisador do CNPq. Geotectônica do delta amazônico.
Maine, EUA. Veterano da US Marine. Coinstrutor no NOLS, Sierra Club e Outward Bound. Vida dedicada à educação outdoor.
A câmera convive sem invadir. Filmagem POV no caiaque, drone preciso, fotografia natural na hora boa do dia. A animação gráfica entra onde a história oficial deixou silêncio: os povos pré-colombianos do Marajó, a arqueologia do delta, o que sumiu antes que coubesse num registro.
"Tempo da água. Atenção de quem rema."
Olhamos uma constelação de filmes para encontrar a textura do nosso. Documentários observacionais, animações que dão imagem ao que sumiu, retratos de comunidade, jornadas de expedição contadas de dentro. Cada um deixa uma pista. Nenhum vira modelo. O que importa é o que esta paisagem pede: tempo, escuta, e cuidado com quem nos abre a porta.
Casa: Instituto Kaluanã + Mizē Studios. Distribuição assinada com Bravos em Sentinela. Produção executiva: o que destrava a captação de recursos.
Fundador da Kaluanã. Ambientalista. Idealizou a travessia antes mesmo do filme.
Diretor audiovisual da Kaluanã, sócio da Mizē Studios. Apaixonado pela natureza e pela conexão humana.
Fotografia, som, edição, animação, produção executiva. Times alinhados com a linguagem observacional do projeto.
O projeto é uma parceria entre o Instituto Kaluanã e a Mizē Studios, com distribuição assinada pela Bravos em Sentinela. Em curso: produção executiva, financiamento e articulação com o governo do Pará.
Estamos abrindo o projeto pra unir forças e recursos. Se você se reconhece em alguma das frentes abaixo, seja como marca, coprodutor, profissional ou apoiador, escreve pra gente. Cada porta abre um caminho diferente, e cada conversa será lida com cuidado.